Ellen Ripley: A maior heroína de Alien

A Pioneira dos anos 80, Ellen Ripley, interpretada pela lendária Sigourney Weaver, é a espinha dorsal da franquia Alien, que dominou o cinema de ficção científica dos anos 80 e 90. Desde sua estreia em Alien: O Oitavo Passageiro (1979) até Alien: A Ressurreição (1997), Ripley transcende o papel de heroína tradicional, estabelecendo-se como um ícone de força, inteligência e resiliência. Comparada a outras heroínas, personagens principais dos outros filmes mais recentes da franquia Alien, como Daniels de Alien: Covenant (2017) ou Shaw de Prometheus (2012) e Rain Carradine de Alien: Romulus (2024) Ripley se destaca por sua versatilidade, combinando pragmatismo, coragem e profundidade emocional de maneira inigualável.

A Origem de uma Lenda: Alien: O Oitavo Passageiro (1979)

Em Alien: O Oitavo Passageiro, dirigido por Ridley Scott, Ripley começa como suboficial da nave Nostromo, aparentemente apenas mais uma tripulante. Diferente de Elizabeth Shaw em Prometheus, cuja busca por respostas cósmicas a deixa vulnerável, ou de Rain Carradine em Alien: Romulus, que depende de sua conexão com o androide Andy para enfrentar os xenomorfos, Ripley é metódica e desafia ordens ilógicas, como as do capitão Dallas. Sua decisão de seguir protocolos de quarentena e sua luta final contra o xenomorfo, escapando da nave em chamas, mostram uma inteligência estratégica que a coloca acima das protagonistas mais recentes.

A Heroína de Ação: Aliens: O Resgate (1986)

Sob a direção de James Cameron, Aliens: O Resgate transforma Ripley em uma heroína de ação completa. Ao liderar fuzileiros contra uma colônia infestada, ela exibe uma determinação feroz, superando a liderança de Daniels em Alien: Covenant, que, embora resiliente, depende mais de circunstâncias e aliados e Rain Carradine, cuja bravura em Alien: Romulus é admirável, mas carece da autoridade natural de Ripley. A relação maternal de Ripley com Newt adiciona uma camada emocional ausente nas protagonistas mais novas, enquanto sua batalha épica contra a Rainha Alien, com a icônica frase “Get away from her, you bitch!”, solidifica sua superioridade como símbolo de poder e proteção.

Sacrifício e Humanidade: Alien 3 (1992)

Em Alien 3, dirigido por David Fincher, Ripley enfrenta um cenário sombrio em uma colônia penal. Diferente de Shaw, cuja jornada em Prometheus é mais filosófica, ou de Rain, que em Alien: Romulus luta por sobrevivência pessoal, Ripley mantém sua agência, mesmo diante da perda de Newt e Hicks e da revelação de carregar um embrião alienígena. Seu sacrifício final é um ato de coragem moral que supera as façanhas das heroínas mais recentes, destacando sua força incomparável.

Reinvenção: Alien: A Ressurreição (1997)

Alien: A Ressurreição apresenta Ripley como um clone com traços alienígenas, explorando temas de identidade. Comparada a Daniels, que em Alien: Covenant é uma líder prática mas menos carismática, ou a Rain, cuja narrativa em Alien: Romulus é mais centrada em escapismo, Ripley permanece o centro da narrativa, com uma presença que combina força física e questionamentos existenciais. Sua evolução mantém a franquia relevante e reforça sua singularidade.

Conclusão: O Legado Imbatível de Ripley

Ripley não é apenas a maior heroína da franquia Alien, mas uma figura revolucionária dos anos 80 e 90. Sua capacidade de unir inteligência, força e humanidade a torna superior às heroínas, personagens principais dos outros filmes mais recentes da franquia Alien. Para fãs de cinema retrô, Ripley é a definição de heroísmo, um farol de empoderamento em um universo implacável.

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